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Nacionalidade

Francesa

Movimento Literário

Libertinagem

Marquês de Sade

(1740 – 1814)

O Marquês de Sade é uma das figuras mais transgressoras e polêmicas da história da literatura e da filosofia. Aristocrata francês, passou a maior parte de sua vida preso em manicômios e prisões por seus escritos libertinos e seu comportamento sexual escandaloso. Foi de seu nome que derivou o termo “sadismo”.

Sua obra, escrita em grande parte no cárcere, é uma defesa radical da liberdade absoluta, livre de qualquer restrição moral, religiosa ou legal, especialmente no campo da sexualidade. Em romances filosóficos como “Justine”, “Juliette” e “Os 120 Dias de Sodoma”, ele explora de forma explícita e repetitiva a perversão, a crueldade e o prazer através da dor. Censurada e proibida por séculos, sua obra foi redescoberta e reavaliada por pensadores surrealistas e existencialistas, sendo hoje estudada como uma crítica extrema à hipocrisia e uma exploração dos cantos mais sombrios da natureza humana.

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