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“Cândido ou o Otimismo” é a mordaz sátira de Voltaire sobre a inocência e o otimismo diante de um mundo caótico. Uma jornada filosófica que nos convida a cultivar nosso próprio jardim.
“Cândido ou o Otimismo”, de Voltaire, é uma obra que transcende o tempo, convidando o leitor a uma reflexão profunda sobre a natureza humana e a ilusão de um mundo perfeito. Publicada originalmente em 1759, esta sátira filosófica mantém sua mordacidade e pertinência no século XXI, desafiando a conformidade e estimulando o pensamento crítico diante das adversidades do nosso próprio tempo.
Acompanhe a saga de Cândido, um jovem de alma ingênua que, expulso de um paraíso idílico, embarca em uma vertiginosa jornada por três continentes. Guiado pelos preceitos otimistas de seu preceptor, Pangloss, Cândido confronta uma sucessão implacável de desgraças e perigos. Sua odisseia, repleta de encontros inesperados e eventos históricos como o terremoto de Lisboa de 1755 e a Guerra dos Sete Anos, expõe a brutalidade, a hipocrisia e a corrupção do mundo, questionando a crença de que tudo acontece para o melhor.
Escrita pelo brilhante pensador e polemista François Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire (1694-1778), “Cândido” é uma das maiores representações do Iluminismo francês. Lançada em 1759, a novela rapidamente se tornou um best-seller europeu, utilizando a ironia e o cinismo para subverter a tese de Gottfried Wilhelm Leibniz sobre o “melhor dos mundos possíveis”. Esta edição da L&PM Pocket, volume 92 da coleção, com tradução de Roberto Gomes, oferece o texto integral em um formato acessível, preservando a essência de uma obra que é um marco na história da literatura e do pensamento.
Para quem busca uma leitura que provoque e ilumine, “Cândido ou o Otimismo” é essencial. É o livro ideal para o leitor interessado em filosofia, sátira social e crítica política, que aprecia narrativas que, sob a capa da aventura picaresca, escondem reflexões profundas sobre a condição humana. Ao mergulhar nesta obra, você será convidado a questionar o otimismo cego e a encontrar valor na ação prática, sintetizada na enigmática e atemporal conclusão: “Devemos cultivar nosso jardim”.
Muito Bom
Capa e Lombada: Sinais mínimos de manuseio e poucas marcas do tempo
Páginas: Brancas e firmes, sem marcas
Grifos e Anotações: Sem grifos, rasuras ou anotações
Observação Adicionais: Aparência de um livro que foi pouco lido
Atenção:
Leia atentamente a descrição, a conservação e confira as fotos antes de confirmar o seu pedido.
François-Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire, foi um dos mais importantes filósofos e escritores do…
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